Jacovós fala sobre precariedade nas policias Civil e Militar, cobrando atenção a categoria.

O Deputado Estadual Delegado Jacovós, em parte ao pronunciamento do deputado Delegado Recalcatti na ALEP e ao lado do líder do Governo, falou da situação de calamidade nas Polícias Civil e Militar, defendendo investigadores e escrivães que, segundo ele, vêm realizando trabalho escravo.

Jacovós colocou como “falência” do órgão estatal responsável pelas elucidações de crimes (Polícia Civil), apontando o deficit de 50% nos quadros de investigadores, escrivãs e delegados de polícia.

Nós chegamos a ficar praticamente 10 anos sem concurso para investigador, sem concurso para escrivão de polícia”

Jacovós citou a árdua rotina dos escrivães de polícia que são obrigados a ficar 24/7, onde na madrugada eles (escrivães) tem que ir até a delegacia dar o fragrante, e pelo início da manhã (8:30h) já tem que estar dando expediente na delegacia.

Outro deficit é o fato de investigadores, em algumas ocasiões, terem que fazer escala para fazer o papel de escrivão ADHOC, deixando de efetuar o trabalho investigativo nas ruas para cobrir a lacuna deixada através da falta de pessoal no quadro de funcionários. Jacovós citou também o deficit de aproximadamente 30% no quadro de efetivos na Polícia Militar.

Escrivão “AD HOC”: estes que são pessoas ocupantes de outros cargos e que passam a exercer a função por nomeação da autoridade. A colocação de escrivães “AD HOC” por nomeação é uma maneira diminuir os gastos, vistos que estes possuem um salário inferior a um escrivão de carreira.

O deputado Jacovós já utilizou a tribuna diversas vezes para solicitar investimentos urgentes na área da segurança pública do estado do Paraná e após finalizar devolvendo a palavra ao Deputado Delegado Recalcatti foi parabenizado pela postura, onde Recalcatti disse ter certeza em que Jacovós falaria sobre o assunto na tribuna, ainda mais pela vasta experiência na área de segurança.

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